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Marina DuartePsicóloga · CRP 06/98765
Especialidade

Terapia para questões de relacionamento

A gente aprende a se relacionar observando — e nem sempre os modelos que tivemos foram saudáveis. Na terapia individual, você examina seus padrões afetivos, entende o que repete sem querer e desenvolve formas mais maduras de amar, discordar e permanecer.

Sinais

Questões que aparecem com frequência

Reconhecer o padrão é o primeiro movimento. Você não precisa marcar todos os itens — um já é motivo suficiente para conversar.

  • Escolher sempre parceiros parecidos — e se frustrar do mesmo jeito
  • Medo de abandono que gera controle ou carência
  • Dificuldade de confiar, mesmo sem motivos concretos
  • Brigas que escalam rápido e nunca chegam a lugar nenhum
  • Engolir insatisfações até explodir
  • Ciúme que você mesmo reconhece como excessivo
  • Dificuldade de terminar relações que já acabaram
  • Sensação de perder a própria identidade dentro da relação
O trabalho

Como a terapia ajuda

Três frentes que costumam organizar o processo — sempre ajustadas à sua história.

  1. Reconhecer os padrões

    Mapeamos os ciclos que se repetem nas suas relações — de escolha, de conflito, de término — e as crenças afetivas que os sustentam.

  2. Desenvolver comunicação

    Você treina habilidades concretas: expressar necessidades sem acusar, ouvir sem se defender, discordar sem destruir e negociar diferenças reais.

  3. Fortalecer a base

    Relações saudáveis pedem um 'eu' sólido. Trabalhamos autonomia, limites e autoestima para que estar junto seja escolha, não dependência.

Dúvidas

Perguntas frequentes sobre relacionamentos

Meu trabalho é com terapia individual — inclusive para questões de relacionamento, que são uma das demandas mais frequentes do consultório. Quando o caso pede terapia de casal, faço o encaminhamento para colegas especializados.

Sim. Uma relação é um sistema: quando uma pessoa muda a forma de se comunicar e de colocar limites, a dinâmica inteira se reorganiza. Não há garantia sobre o que o outro fará com isso — mas há muito que está ao seu alcance.

Ajuda, e bastante. O fim de uma relação envolve luto, reorganização de identidade e, muitas vezes, a revisão dos padrões que levaram até ali — para que o próximo capítulo não seja uma reprise.

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