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Marina DuartePsicóloga · CRP 06/98765
Especialidade

Terapia para autoestima e autocrítica

Tem gente que fala consigo mesma de um jeito que jamais falaria com um amigo. Se a sua voz interna é dura, impaciente e impossível de agradar, a terapia é o espaço para entender de onde ela veio — e para construir uma relação mais justa com você.

Sinais

Como a autocrítica costuma operar

Reconhecer o padrão é o primeiro movimento. Você não precisa marcar todos os itens — um já é motivo suficiente para conversar.

  • Refazer conversas de cabeça, procurando o que você 'falou errado'
  • Dificuldade de aceitar elogios sem desconfiar ou minimizar
  • Comparação constante com colegas, amigos, desconhecidos da internet
  • Medo de tentar coisas novas para não 'passar vergonha'
  • Sensação de fraude: 'uma hora vão descobrir que não sou tão bom assim'
  • Perfeccionismo que trava entregas e decisões
  • Pedir desculpas o tempo todo, até sem motivo
  • Colocar as necessidades de todo mundo antes das suas
O trabalho

Como a terapia ajuda

Três frentes que costumam organizar o processo — sempre ajustadas à sua história.

  1. Conhecer o crítico

    Investigamos a origem dessa voz — experiências, exigências e comparações que a moldaram — e o papel que ela acha que cumpre na sua vida.

  2. Separar fato de julgamento

    Com ferramentas da TCC, você aprende a distinguir avaliações realistas de sentenças automáticas, e a responder a elas em vez de apenas obedecê-las.

  3. Praticar outra postura

    Autoestima não se constrói por afirmação positiva, e sim por experiências: agir com autocompaixão, sustentar limites e colecionar evidências de competência.

Dúvidas

Perguntas frequentes sobre autoestima e autocrítica

A infância costuma ter peso, mas não é a única fonte. Relações abusivas, ambientes de trabalho tóxicos, comparações nas redes sociais e experiências de fracasso também moldam a autoimagem. Na terapia, olhamos para a sua história específica, sem fórmulas prontas.

Não. Autoestima saudável não é arrogância — é uma avaliação realista de si, que comporta qualidades e limitações sem colapsar em nenhum extremo. Pessoas com boa autoestima erram, reconhecem e seguem; é disso que se trata.

Sim, e é uma das queixas mais comuns no consultório. Trabalhamos as crenças de fraude, o hábito de atribuir conquistas à sorte e o medo da exposição — com resultados bastante consistentes na prática clínica.

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